Bloquear a ordem de busca e apreensão antes mesmo dela ser executada.
Invalidar o processo caso o banco não tenha seguido o rito obrigatório de aviso prévio.
Agir dentro do prazo crítico de 5 dias para retomar a posse do bem através da purgação da mora ou contestação.
Muitas vezes, a pressão das instituições financeiras faz parecer que você não tem direitos. Veja a diferença entre a “pressão do banco” e o que a Lei e a Justiça realmente determinam:
FAQ’s
Tudo o que você precisa saber sobre Busca e Apreensão de Veículos, Juros Abusivos e como recuperar seu carro. Tire suas dúvidas sobre notificações, prazos de defesa e as táticas usadas pelas instituições financeiras para retomar bens financiados.
Juridicamente, o banco pode iniciar o processo com apenas uma parcela em atraso. No entanto, a maioria das instituições costuma aguardar de 2 a 3 parcelas. O ponto crucial não é a quantidade, mas sim a notificação formal: o banco é obrigado a comprovar que você foi avisado sobre o atraso antes de pedir a liminar ao juiz.
Sim, é possível. Após a apreensão, você tem um prazo de 5 dias para pagar a dívida (purgação da mora) ou apresentar uma defesa técnica para contestar a ação. Com uma estratégia jurídica correta, podemos identificar falhas no processo ou juros abusivos que podem levar à devolução do veículo por ordem judicial.
Se ele estiver acompanhado de um mandado judicial, sim. O oficial de justiça tem autorização para cumprir a ordem, inclusive com auxílio policial e arrombamento, se necessário. Por isso, nunca oculte o bem de forma ilegal; o ideal é buscar defesa jurídica assim que os atrasos começarem, para evitar que o oficial chegue à sua porta.
A “entrega amigável” geralmente beneficia apenas o banco. Se você não entregar, o banco continuará o processo judicial de busca e apreensão. A vantagem de manter o veículo e contratar uma defesa especializada é ter tempo para revisar o contrato e buscar uma negociação justa, muitas vezes reduzindo a dívida em valores que o banco jamais ofereceria por telefone.
Infelizmente, sim. Esse é o grande perigo da entrega amigável ou da falta de defesa. O banco leiloa o carro por um valor baixo e, se o montante não cobrir o saldo devedor e as custas processuais, você continuará sendo cobrado pela diferença. A defesa jurídica serve justamente para impedir esse prejuízo desproporcional.
É necessária uma análise técnica e pericial do contrato. Verificamos se a taxa de juros aplicada é superior à taxa média de mercado divulgada pelo Banco Central na época da assinatura, além de taxas administrativas ilegais (como TAC e TEC) que podem anular os efeitos da mora.
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